𝗔 𝗽𝗿𝗮𝗶𝗮 𝗲́ 𝗱𝗲 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀. 𝗘 𝗼 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝘁𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺 𝘁𝗲𝗺 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗿.

Em Portugal, o princípio do domínio público marítimo remonta a 1864. Mais de 160 anos depois, continuamos a discutir situações em que o acesso às praias é condicionado, dificultado ou, na prática, tornado impossível.

Como referi à RTP, «a monarquia em 1864 disse que era tudo público, mas não posso dizer que o acesso é público e depois não haver acesso: vou como, de avião?»

Não basta proclamar na lei que determinado espaço pertence ao domínio público. É necessário garantir que qualquer cidadão consegue efetivamente chegar até ele, sem barreiras injustificadas, sem obstáculos artificiais e sem que o exercício de um direito dependa da capacidade económica de cada um.

O direito de propriedade merece proteção. Mas também o domínio público, a legalidade e o direito de todos à utilização dos bens que pertencem à comunidade.

Esta é uma discussão que está longe de ser exclusivamente portuguesa. Dos Estados Unidos a Itália e à Grécia, multiplicam-se movimentos e processos judiciais em defesa do acesso livre às zonas costeiras.

Uma praia pública a que o público não consegue chegar deixa de ser, na prática, verdadeiramente pública.

Felicito a jornalista Fernanda Câncio pela reflexão e pela referência às declarações que prestei à RTP sobre esta matéria.

📰 «A grande guerra pela praia livre chegou a Portugal»
Diário de Notícias | 28 de agosto de 2026 | https://www.dn.pt/sociedade/a-grande-guerra-pela-praia-livre

#Praias #AcessoPúblico #DomínioPúblico #Direito #Justiça #Cidadania #OrdemDosAdvogados #JuntosPodemosMais #JuntosPodemoseFazemosMais
21 de Agosto de 2026

Lisboa, fim de tarde. A semana fecha-se sobre a cidade e sobre nós. Feita de encontros, de decisões, de alguns combates. De passos dados em nome da Advocacia.

Não termina aqui. O caminho continua, com a mesma determinação e a mesma responsabilidade. 

E com um compromisso que não mudou: estar ao lado de todos os Advogados, nunca acima deles.
Uma semana que acaba não é um balanço. É um ponto de partida.

Juntos Podemos e Fazemos Mais.
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𝗣𝗿𝗼𝗶𝗯𝗶𝗱𝗼 𝗮𝗱𝗼𝗲𝗰𝗲𝗿. 𝗣𝗿𝗼𝗶𝗯𝗶𝗱𝗼 𝘀𝗲𝗿 𝗺𝗮̃𝗲

Julho de 2022, um quarto de maternidade. Uma advogada tem nos braços o bebé que nasceu na véspera. Chega-lhe uma notificação do tribunal para uma diligência daqui a oito dias. Pede o adiamento. O juiz recusa. Além dos títulos, é assim que a lei trata uma mãe que advoga.

Leia o artigo: expresso.pt/opiniao/2026-10-08-proibido-adoecer.-proibido-ser-mae-b1966f5b
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𝗖𝗢𝗥𝗥𝗜𝗚𝗜𝗥 𝗨𝗠𝗔 𝗜𝗡𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗗𝗘 𝗔𝗡𝗢𝗦

Nenhum Advogado deve ter de escolher entre um filho e um prazo.
Nem entre a sua saúde e o seu cliente.

Hoje, os prazos não param. Nem quando nasce um filho. Nem quando o Advogado está internado num hospital.

Isso pode mudar. Deu entrada na Assembleia da República um projeto de lei que responde a uma reivindicação que a Ordem dos Advogados levou, ao longo do último ano, a todos os grupos parlamentares e ao Governo.

𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗺𝘂𝗱𝗮:
• Adoção e último mês de gravidez passam a estar protegidos
• Doença grave e gravidez de risco: até 60 dias de adiamento de atos e suspensão de prazos
• Perda gestacional: três dias de adiamento de atos
• Tudo isto também nos tribunais administrativos e fiscais

Não é um privilégio. É uma garantia para quem confia num Advogado e não deve ter de o trocar no pior momento.

A Ordem vai pedir audiência a todos os partidos com representação parlamentar. Ao Parlamento, pedimos uma coisa: corrijam esta injustiça de anos.

Comunicado completo: portal.oa.pt/comunicacao/comunicados/2026/comunicado-corrigir-uma-injustica-de-anos-parentalidade...

#ordemdosadvogados #Advocacia #parentalidade #Justiça
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𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗖𝗢𝗠 𝗗𝗜𝗥𝗘𝗜𝗧𝗢𝗦
🗓️ 𝗖𝗼𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗱𝗮 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗻𝗼 𝗖𝗼𝗿𝗿𝗲𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝗮𝗻𝗵𝗮̃ – 𝟬𝟱 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲

𝗚𝗿𝗮́𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝗿𝗶𝘀𝗰𝗼? 𝗦𝘂𝗯𝘀𝘁𝗮𝗯𝗲𝗹𝗲𝗰̧𝗮.

𝗣𝗼𝗿𝘁𝗮𝗹𝗲𝗴𝗿𝗲, 𝟮𝟬𝟮𝟬. 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗮 𝗲𝗺 𝗽𝗿𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗶𝗻𝗱𝗶𝘃𝗶𝗱𝘂𝗮𝗹, 𝗴𝗿𝗮́𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝟯𝟬 𝘀𝗲𝗺𝗮𝗻𝗮𝘀, 𝗲́ 𝗽𝗿𝗼𝗶𝗯𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝘀𝗮𝗶𝗿 𝗱𝗲 𝗰𝗮𝘀𝗮. 𝗧𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗱𝗲𝘇 𝗱𝗶𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝘀𝘁𝗮𝗿. 𝗣𝗲𝗱𝗶𝘂 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗼 𝗶𝗺𝗽𝗲𝗱𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼. 𝗥𝗲𝗰𝘂𝘀𝗮𝗱𝗼. 𝗔 𝗰𝗹𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗳𝗼𝗶 𝗰𝗼𝗻𝗱𝗲𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗲𝗺 𝟭𝟳 𝗺𝗶𝗹 𝗲𝘂𝗿𝗼𝘀 𝗲 𝗮 𝗥𝗲𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗘́𝘃𝗼𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗳𝗶𝗿𝗺𝗼𝘂: 𝗱𝗲𝘃𝗶𝗮 𝘁𝗲𝗿 𝘀𝘂𝗯𝘀𝘁𝗮𝗯𝗲𝗹𝗲𝗰𝗶𝗱𝗼.

𝘘𝘶𝘦 𝘭𝘦𝘪 𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘵𝘦𝘨𝘪𝘢?

Uma e mal. A lei adia diligências nos dois meses pós-parto. Mas não suspende os prazos. O último mês de gravidez não conta. A gravidez de risco não conta. Perder o bebé não conta. O advogado com doença grave tem menos ainda. A uma colega doente, outra Relação respondeu: "Ninguém é insubstituível”.

Qualquer trabalhador pode parar quando tem um filho ou adoece. O advogado não. E quando o prazo cai, perde o cliente.

Levámos ao Governo e aos grupos parlamentares, como prioridade: suspender o prazo, não só a diligência; o último mês e a gravidez de risco contam; três dias de luto gestacional; um regime de doença grave.

𝗨𝗺 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼 𝗻𝗮̃𝗼 𝗻𝗮𝘀𝗰𝗲 𝗲𝗺 𝗱𝗶𝗮 𝘂́𝘁𝗶𝗹. 𝗨𝗺𝗮 𝗱𝗼𝗲𝗻𝗰̧𝗮 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝘁𝗿𝗮̂𝗻𝘀𝗶𝘁𝗼 𝗲𝗺 𝗷𝘂𝗹𝗴𝗮𝗱𝗼. 𝗡𝗶𝗻𝗴𝘂𝗲́𝗺 𝗱𝗲𝘃𝗲𝗿𝗶𝗮 𝘁𝗲𝗿 𝗱𝗲 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗹𝗵𝗲𝗿 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗼 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼 𝗲 𝗼 𝗰𝗹𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗮 𝘀𝗮𝘂́𝗱𝗲 𝗲 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼.

🔗 Leia o artigo: www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/justica-com-direitos/detalhe/gravida-de-risco-substabeleca

#MaternidadeEProfissão #DireitosDosAdvogados #PrazosEJustiça#JustiçaComDireitos #OrdemDosAdvogados #JuntosPodemosMais #JuntosPodemoseFazemosMais
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🎙️ 𝗡𝗼𝘃𝗼 𝗲𝗽𝗶𝘀𝗼́𝗱𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺

𝗖𝗮𝘀𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗴𝗲́𝗺𝗲𝗮𝘀: 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮́ 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝘂𝘀𝗮 𝗻𝗮 𝗮𝗰𝘂𝘀𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼?

No Ponto de Ordem, emitido a 30 de setembro no Canal NOW, o Bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, analisa alguns dos temas jurídicos e sociais que marcaram a atualidade.

Em destaque está o caso das gémeas luso-brasileiras, agora numa nova fase processual, com quatro arguidos acusados pelo Ministério Público.

O que distingue prevaricação, abuso de poder e burla qualificada? O que terá de ser demonstrado em tribunal? E porque demorou o processo vários anos a chegar a esta fase?

João Massano sublinha que não está em causa o tratamento recebido pelas crianças, mas a forma como terão conseguido aceder ao mesmo, e recorda que cabe agora aos tribunais apreciar e provar os factos constantes da acusação.

O episódio aborda ainda as alterações ao regime do arrendamento urbano e a necessidade de encontrar um equilíbrio entre os direitos dos senhorios e a proteção de pessoas particularmente vulneráveis.

Em análise esteve também um caso relacionado com uma alegada utilização da CPCJ num conflito entre adultos, levantando uma questão essencial: quem controla o exercício dos chamados “pequenos poderes” quando estes afetam diretamente a vida dos cidadãos?

Uma conversa sobre Justiça, habitação, igualdade, proteção dos mais vulneráveis e responsabilidade no exercício do poder.

▶️ Veja e ouça o novo episódio:

📺 YouTube:
youtu.be/niJYMpsEEY0

🎧 Spotify:
open.spotify.com/episode/6ZTAuZuatOhqXHcre6MR7D?si=ILI1j1u7S6e4wa4EnabHRw

🎙️ Apple Podcasts:
podcasts.apple.com/pt/podcast/ponto-de-ordem/id6785069921?i=1000792463326

#PontoDeOrdem #OrdemDosAdvogados #JoãoMassano #CasoDasGémeas #Justiça #Advocacia #Arrendamento #Habitação #CPCJ #DireitosDosCidadãos #CanalNOW #JuntosPodemosMais
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🎙️ 𝗡𝗼𝘃

𝗠𝗮𝗿𝗶𝗰𝗮𝗿𝗺𝗲𝗻 𝘀𝗮𝗶𝘂 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗰𝗮

Imagine que tem 87 anos e mora há setenta na mesma casa. Uma manhã, a polícia vem despejá-lo e sai de lá numa maca. Aconteceu em Madrid, em setembro. Além dos Títulos, pergunto: é por este medo que preferimos o banco ao senhorio?

Leia o artigo: expresso.pt/opiniao/2026-10-01-maricarmen-saiu-de-maca-ad86650a
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𝗣𝗘𝗧𝗜𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗣𝗨́𝗕𝗟𝗜𝗖𝗔: 𝗣𝗘𝗟𝗔 𝗟𝗜𝗕𝗘𝗥𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗔 𝗗𝗘𝗙𝗘𝗦𝗔 𝗘 𝗣𝗘𝗟𝗔 𝗗𝗜𝗚𝗡𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗗𝗔 𝗔𝗗𝗩𝗢𝗖𝗔𝗖𝗜𝗔
A Advocacia está atenta. E fala a uma só voz.

A Ordem dos Advogados dá conhecimento da Petição Pública «Pela Liberdade da Defesa e pela Dignidade da Advocacia». A Petição nasceu dentro da Advocacia, por iniciativa de Advogados, em resposta às recentes alterações ao Código de Processo Penal.

Estas alterações preveem multas pela utilização de meios processuais considerados manifestamente infundados e a eventual remessa de certidão à Ordem dos Advogados para apreciação disciplinar. Afetam diretamente o exercício do mandato forense, a independência do Advogado e a efetividade do direito de defesa.

A questão é simples. O Advogado que, no cumprimento do seu dever, usa os meios que a lei lhe confere não pode trabalhar com receio de ser sancionado por isso. Uma defesa que hesita deixa de ser uma defesa plena.

A Constituição garante que o processo criminal assegura todas as garantias de defesa (art. 32.º, n.º 1). Garante também que a lei assegura aos Advogados as imunidades necessárias ao exercício do mandato (art. 208.º). A liberdade da defesa não é um privilégio da profissão: é uma garantia de todos os cidadãos.

A Ordem dos Advogados lembra também que a apreciação disciplinar dos Advogados cabe aos seus órgãos próprios. Esses órgãos exercem-na com independência e com todas as garantias do processo disciplinar.

Esta Petição foi escrita e é subscrita pelos próprios Advogados, sem ter sido pedida por ninguém. Isso mostra que a classe acompanha de perto as mudanças que tocam o núcleo da profissão. Quando estão em causa direitos, liberdades e garantias, a Advocacia não se divide.

A Ordem divulga a Petição para que todos os Advogados conheçam o seu conteúdo e decidam livremente se a querem subscrever. Esta divulgação não prejudica as posições que os órgãos da Ordem já assumiram, ou venham a assumir, sobre esta matéria.

Consulte e, se assim o entender, subscreva a Petição Pública «Pela Liberdade da Defesa e pela Dignidade da Advocacia»: peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT133061
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𝗝𝗨𝗦𝗧𝗜𝗖̧𝗔 𝗖𝗢𝗠 𝗗𝗜𝗥𝗘𝗜𝗧𝗢𝗦
🗓️ 𝗖𝗼𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗱𝗮 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗻𝗼 𝗖𝗼𝗿𝗿𝗲𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝗮𝗻𝗵𝗮̃ – 𝟮𝟴 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲

“𝗣𝗼𝗿 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗶𝗼 𝗲 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝗶𝗻𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗰𝗼𝗺𝗲𝗰𝗲𝗶 𝗮 𝗽𝗮𝗴𝗮𝗿”

𝗨𝗺 𝗵𝗼𝗺𝗲𝗺 𝗮𝘁𝗲𝗻𝗱𝗲 𝗼 𝘁𝗲𝗹𝗲𝗳𝗼𝗻𝗲: 𝗱𝗲𝘃𝗲 𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲𝘀𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟭𝟮. 𝗡𝘂𝗻𝗰𝗮 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗻𝗼𝘂 𝗻𝗮𝗱𝗮. 𝗣𝗲𝗱𝗲 𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮𝘀: 𝗻𝗮𝗱𝗮. 𝗨𝗺𝗮 𝗺𝘂𝗹𝗵𝗲𝗿 𝗮𝗰𝗮𝗺𝗮𝗱𝗮 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯𝗲 𝗰𝗵𝗮𝗺𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗱𝗶𝗮́𝗿𝗶𝗮𝘀. 𝗤𝘂𝗲 “𝙛𝙖𝙘̧𝙖 𝙪𝙢 𝙚𝙨𝙛𝙤𝙧𝙘̧𝙤”, 𝗱𝗶𝘇𝗲𝗺. 𝗢𝘂𝘁𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗼𝘂 𝗱𝘂𝗮𝘀 𝗺𝗶𝗹 𝗰𝗵𝗮𝗺𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗲𝗺 𝗰𝗶𝗻𝗰𝗼 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝗲𝗻𝗲𝗿𝗴𝗶𝗮. 𝗢𝘂𝘁𝗿𝗮 𝗽𝗮𝗴𝗼𝘂 𝗱𝗼𝗶𝘀 𝗮𝗻𝗼𝘀, 𝗽𝗼𝗿 𝗺𝗲𝗱𝗼, 𝘀𝗲𝗺 𝗻𝘂𝗻𝗰𝗮 𝘃𝗲𝗿 𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮. 𝗣𝗲𝗱𝗶𝘂 𝗼 𝗲𝘅𝘁𝗿𝗮𝘁𝗼: “𝙣𝙖̃𝙤 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙚𝙜𝙪𝙞𝙖𝙢 𝙖𝙘𝙚𝙙𝙚𝙧”.

𝗤𝘂𝗲𝗺 𝘁𝗲𝗺 𝗱𝗲 𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮𝗿 𝗮 𝗱𝗶́𝘃𝗶𝗱𝗮: 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝗰𝗼𝗯𝗿𝗮 𝗼𝘂 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝗲́ 𝗰𝗼𝗯𝗿𝗮𝗱𝗼?

Quem cobra. Não pague o que não lhe mostram: exija por escrito quem é o credor, o contrato, o valor e, se a dívida foi vendida, a prova. Luz, água, gás e telemóvel prescrevem, em regra, em seis meses; as prestações de crédito, em cinco anos. Quem paga uma dívida prescrita não a recupera. Por isso insistem.

A prescrição tem de ser invocada: é para isso que precisa de um advogado. Se resistir, o pior é o tribunal, e lá quem prova é a empresa. Ameaçar é crime: guarde mensagens e chamadas. Desde dezembro, quem compra créditos vencidos aos bancos responde ao Banco de Portugal. Fora dos bancos, ninguém fiscaliza.

𝗖𝗼𝗻𝗳𝗿𝗼𝗻𝘁𝗮𝗱𝗮𝘀, 𝗮𝘀 𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲𝘀𝗮𝘀 𝗱𝗶𝘇𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗹𝗵𝗲𝘀 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗶𝗻𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼. 𝗙𝗮𝗹𝘁𝗮𝘃𝗮-𝗹𝗵𝗲𝘀 𝗮 𝗱𝗶́𝘃𝗶𝗱𝗮.

🔗 Leia o artigo: www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/justica-com-direitos/detalhe/por-receio-e-falta-de-informacao-...

#DireitosDoConsumidor #AssédioDeDívidas #PrescriçãoDeDívidas #JustiçaComDireitos #OrdemDosAdvogados #JuntosPodemosMais #JuntosPodemoseFazemosMais
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📰 𝗗𝗜𝗥𝗘𝗜𝗧𝗢 𝗗𝗘 𝗗𝗘𝗙𝗘𝗦𝗔 | 𝗢𝗥𝗗𝗘𝗠 𝗥𝗘𝗖𝗢𝗟𝗛𝗘 𝗥𝗘𝗟𝗔𝗧𝗢𝗦 𝗦𝗢𝗕𝗥𝗘 𝗔𝗣𝗟𝗜𝗖𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗗𝗘 𝗠𝗨𝗟𝗧𝗔𝗦

O Público destaca, na edição de 26 de setembro, a preocupação da Ordem dos Advogados com relatos de multas aplicadas em situações que integram o exercício normal e legítimo da defesa.

O Bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, apela aos Advogados para que comuniquem casos concretos, permitindo avaliar com rigor a aplicação do novo regime pelos tribunais.

Requerer prova, invocar nulidades e exercer o contraditório são dimensões essenciais da defesa dos cidadãos. A celeridade da Justiça deve respeitar estas garantias e a independência da Advocacia.

📩 garantiasdedefesa@cg.oa.pt

As comunicações devem incluir a identificação do processo, do tribunal e da decisão, acompanhada de um breve enquadramento factual e processual.

🗞️ Notícia de Mariana Oliveira | Público — Sociedade, 26 de setembro de 2026, página 24.

#ordemdosadvogados #JoãoMassano #DireitoDeDefesa #Advocacia #Justiça #JuntosPodemosMais #juntospodemosefazemosmais
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🎙️ 𝗡𝗼𝘃𝗼 𝗲𝗽𝗶𝘀𝗼́𝗱𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗢𝗿𝗱𝗲𝗺

𝗙𝗼𝗼𝘁𝗯𝗮𝗹𝗹 𝗟𝗲𝗮𝗸𝘀: 𝘂𝗺𝗮 𝗲𝘀𝗰𝘂𝘁𝗮 𝗶𝗹𝗲𝗴𝗮𝗹 𝗽𝗼𝗱𝗲 𝗽𝗼̂𝗿 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝘂𝘀𝗮?

No Ponto de Ordem desta semana, com apresentação de Marisa Caetano Antunes, o Bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, analisa alguns dos temas jurídicos e sociais que marcaram a atualidade.

Em destaque estão as 𝗯𝘂𝘀𝗰𝗮𝘀 𝗿𝗲𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗲𝗺 𝗶𝗻𝘀𝘁𝗮𝗹𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗮 𝗣𝗼𝗹𝗶́𝗰𝗶𝗮 𝗝𝘂𝗱𝗶𝗰𝗶𝗮́𝗿𝗶𝗮, no âmbito de uma investigação relacionada com o caso Football Leaks, e as dúvidas em torno da alegada existência de uma escuta sem autorização judicial.

Que valor poderá ter uma escuta obtida nestas circunstâncias? Poderá uma eventual ilegalidade obrigar à revisão de decisões anteriores ou até a um novo julgamento? João Massano explica as possíveis consequências, sublinhando que eventuais responsabilidades individuais não devem ser confundidas com o papel institucional da Polícia Judiciária.

O episódio aborda ainda as dificuldades de muitas famílias em conciliar 𝗵𝗼𝗿𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗹𝗮𝗿𝗲𝘀 𝗲 𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗽𝗿𝗼𝗳𝗶𝘀𝘀𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹, sobretudo quando não existem respostas de ATL ou outras estruturas de apoio.

Em análise estão também os perigos enfrentados por crianças e adolescentes em 𝗴𝗿𝘂𝗽𝗼𝘀 𝗼𝗻𝗹𝗶𝗻𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝗻𝗰𝗲𝗻𝘁𝗶𝘃𝗮𝗺 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗺𝘂𝘁𝗶𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝘃𝗶𝗼𝗹𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮, bem como decisões recentes relacionadas com 𝘃𝗶𝗼𝗹𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗱𝗼𝗺𝗲́𝘀𝘁𝗶𝗰𝗮 e a importância das primeiras declarações prestadas pelas vítimas.

Há ainda espaço para alertas sobre burlas praticadas através da identidade de figuras públicas e sobre a necessidade de maior atenção aos riscos digitais.

▶️ 𝗩𝗲𝗷𝗮 𝗲 𝗼𝘂𝗰̧𝗮 𝗼 𝗻𝗼𝘃𝗼 𝗲𝗽𝗶𝘀𝗼́𝗱𝗶𝗼:

📺 YouTube:
youtu.be/VbT8gGwkudQ

🎧 Spotify:
open.spotify.com/episode/18EXYRnSVbER4IznbvYk7V?si=e7gG7YfeRMS9wl4OoJtKjQ

🎙️ Apple Podcasts:
podcasts.apple.com/pt/podcast/ponto-de-ordem/id6785069921

#pontodeordem #ordemdosadvogados #JoãoMassano #marisacaetanoantunes #FootballLeaks #PolíciaJudiciária #Justiça #Advocacia #violênciadoméstica #ProteçãoDeMenores #SegurançaDigital #canalnow #JuntosPodemosMais
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🎙️ 𝗡𝗼𝘃
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